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	<title>Arquivo de Motivação - Manda-te</title>
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	<description>Emprego, Formação e Empreendedorismo</description>
	<lastBuildDate>Thu, 09 May 2024 23:39:57 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Arquivo de Motivação - Manda-te</title>
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		<title>Dicas de como trabalhar a partir de casa e o segredo para o sucesso</title>
		<link>https://www.manda-te.com/dicas-trabalhar-casa-segredo-sucesso/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Andre]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 May 2024 23:39:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Motivação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nem sempre pudemos trabalhar a partir de casa, mas a desde a pandemia, este foi uma das situações que se  alteraram completamente e com as ferramentas certas e alguns conhecimentos podemos trabalhar a partir de casa e ter um rendimento [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Nem sempre pudemos trabalhar a partir de casa, mas a desde a pandemia, este foi uma das situações que se  alteraram completamente e com as ferramentas certas e alguns conhecimentos podemos trabalhar a partir de casa e ter um rendimento extra e aumentar os nossos ganhos mensais.</p>
<p>Através de uma organização do seu tempo, pode almejar na execução de outras tarefas extra laborais e com isso aumentar os seus ganhos, angariar outros conhecimentos e encontrar as melhores oportunidades com novas tarefas e atividades.</p>
<p>Mas também não é menos verdade, que mesmo até aqueles que possuem os conhecimentos e têm as ferramentas certas, nem sempre sabem por onde começar e o que fazer com o seu tempo livre, acabando mesmo por desistir mesmo antes de começarem.</p>
<p>Com o encarecimento do custo de vida, até mesmo os trabalham a tempo inteiro, não conseguem fazer frente aos aumentos substanciais que assistimos diariamente e auferir o rendimento necessário para poderem viver com algum desafogo financeiro.</p>
<p>De qualquer forma, para se ser capaz de ultrapassar estas situações, é necessário saber qual é o tempo livre que dispõe, e como procura a atividade com a qual se sente mais confiante e confortável de realizar no trabalho online a partir de casa, isto é, as pesquisas que faz na internet e quais são as tarefas da sua preferência.</p>
<p>É sempre necessário refletir bem, e apesar do rendimento não ser o suficiente, se se sente com coragem e determinação para abraçar um projeto diferente, uma vez que a sua saúde mental é o mais importante. Deve sempre despender do seu tempo livre de acordo com o que  mais lhe convier.</p>
<h2><strong>Dicas para trabalhar online a partir de casa</strong></h2>
<p>Existem várias hipóteses por onde pode seguir para ganhar dinheiro a trabalhar a partir de casa. No final há um <strong>segredo</strong> que lhe poderá ajudar no processo.</p>
<h3>1. Escolher uma área que seja do seu interesse</h3>
<p>Primeiramente deve ponderar e escolher o sector onde deseja exercer a nova função. Por vezes pensamos ser bons numa atividade e acabamos por perceber que até somos bons noutro sectores, permitindo-nos uma escolha mais abrangente da atividade onde realmente nos sentimos mais confortáveis. É fundamental que façamos essa escolha em consciência.</p>
<p>Existem vários setores, tais como: Personal Trainers Online; Copywriter; Serviços de Design; Desenvolvedores web; Designer UX Assistentes Administrativos; Lojas online; Serviços de Marketing Digital; Gestão de tráfego; Tradução; Narração de Audio-books; Pintar quadros e vender online.</p>
<p>Se não conhece alguns destes empregos, ou não sabe por onde começar, existem imensos cursos na internet, inclusive em português onde pode aprender muito sobre as áreas.</p>
<h3>2. Divulgue o seu trabalho nas Redes Sociais</h3>
<p>Utilize o Facebook e Instagram a nível profissional para divulgar os seus trabalhos.</p>
<p>Aproveite e inscreva-se numa rede social de emprego, o LinkedIn. Conhecido internacionalmente, o LinkedIn, é uma das melhores plataformas para divulgação das nossas potencialidades e da execução da função que escolhermos, uma vez que possui uma vasta rede de empresas que lá se encontram inscritas, com uma enorme oferta de emprego para qualquer parte do mundo, a tempo inteiro ou parcial, pelo que  as possibilidades são infinitas. Terá que criar um perfil apelativo de preferência que se destaque no meio de tantos outros, definir bem a sua área de atuação, e colocar uma fotografia, para poder ser facilmente identificável</p>
<h3>3. Crie um blog e rentabilize</h3>
<p>Criar um blog online &#8211; poder criar a sua própria trajetória pessoal, as suas experiências, as suas viagens, os seus gostos gastronómicos, como por exemplo, ou criar todo o tipo de conteúdos que gostar e achar interessantes para divulgação. Pode não obter um lucro imediato mas a longo prazo pode vir a ser mais proveitoso e está a fazer uma coisa que realmente lhe dá prazer.</p>
<p>Com uma quantidade razoável de acessos ao seu site, o seu blog pessoal pode vir a gerar valor monetário através de anúncios.</p>
<h3>4. Utilize sites de Freelancer para encontrar serviços</h3>
<p>Várias empresas procuram freelancers para realizar alguns serviços. Inscreva-se nesses sites e fique atento às oportunidades que aí divulgam:</p>
<ul>
<li>Workana;</li>
<li>Freelancer.PT;</li>
<li>Guru;</li>
<li>Upwork.</li>
</ul>
<h3>5. Rentabilize um canal de YouTube</h3>
<p>Se tem aptidões para aparecer na câmara, conversar, apresentar produtos, ensinar ou outro tipo de informações, pode ganhar bom dinheiro com um canal de YouTube. Pode a todo tempo fazer vídeos na realização do seu trabalho ou dar explicações de como se faz e gravar ao vivo, ou ainda ser Entretainer e fazer conteúdos das suas viagens, dos lugares onde ficou, o que comeu, as suas impressões dos locais que visitou, o que mais o impressionou, as possibilidades são imensas, o céu é o limite.</p>
<h3>6. O segredo para o sucesso</h3>
<p>Apesar de serem várias opções, nenhuma delas é fácil nem garante estabilidade e lucros imediatos! Deve começar numa destas áreas como um part-time ou um passatempo. Com o tempo irá aperfeiçoando e poderá fazer disto o seu negócio. Contudo o segredo está na persistência. Se tiver capacidade de dedicar várias horas, todos os dias, de forma persistente ao seu novo negócio, no futuro ele terá visibilidade e o sucesso merecido.</p>
<p>A fase inicial é a mais difícil. Sentirá que está a trabalhar &#8220;para o boneco&#8221;. Ninguém vai ver, ninguém irá ler os seus artigos, ninguém irá ver os seus serviços ou produtos que vende. Mas é precisamente nessa altura que não deve desistir! Deve sim continuar a trabalhar no que sonha e focado no seu objetivo. Esse é o segredo e a chave, ser consistente e persistente, mesmo quando ninguém está a ver&#8230; Um dia, muitos estarão a ver, e a perguntar-lhe como fez, porque querem o sucesso e a vida que terá!</p>
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		<title>5 formas de ajudar a gerir o stress e a ansiedade no ano novo</title>
		<link>https://www.manda-te.com/5-formas-de-ajudar-a-gerir-o-teu-stress/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[manda-te]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Dec 2020 16:52:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Motivação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>2020 não foi um ano fácil para ninguém. Não será surpreendente para ninguém ver os números relativos às doenças mentais associadas ao stress e à ansiedade, aumentarem devido à realidade pandémica. O stress faz parte de nós. Até mesmo o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2>2020 não foi um ano fácil para ninguém. Não será surpreendente para ninguém ver os números relativos às doenças mentais associadas ao stress e à ansiedade, aumentarem devido à realidade pandémica.</h2>
<p>O stress faz parte de nós. Até mesmo o stress elevado causado por doenças graves, perda do emprego, ou um acontecimento doloroso pode ser algo natural na nossa vida. Sentirmo-nos deprimidos ou ansiosos também pode ser normal durante curtos períodos de tempo.</p>
<p>Agora quando nos sentimos deprimidos ou ansiosos durante ou mais de algumas semanas ou se esse estado começar a interferir com a nossa vida doméstica ou profissional, já é aconselhável procurar ajuda médica.</p>
<p>Existem várias técnicas que podemos tentar usar, para manter o nosso stress em níveis aceitáveis, de forma a não ser um peso nas nossas vidas, quer pessoal quer profissional.</p>
<p><strong>Exercício</strong><br />
Em primeiro lugar, a atividade física pode ajudar a melhorar o nosso sono. E dormir melhor significa melhor controlo do nosso stress. Convém apenas ter o cuidado de não fazer exercício físico intenso muito perto da hora de dormir, pois pode atrapalhar o sono de algumas pessoas.</p>
<p>O exercício também ajuda o nosso humor. Parte da razão é atribuída ao facto de estimular o nosso corpo a libertar várias hormonas, como as endorfinas que ajudam a melhorar o sono e relaxar.</p>
<p>Pessoas que fazem exercício regular tendem a sentir-se menos ansiosas e mais positivas consigo mesmas. Quando o nosso corpo se sente bem,  normalmente a nossa mente segue acompanha.<br />
Dicas para quem acha que não tem tempo para fazer desporto:</p>
<p>Ir às compras de bicicleta em vez de ir de carro (Eu por exemplo levo uma mochila).<br />
Usar escadas em vez do elevador.<br />
Não estacionar o carro à porta de casa.<br />
Lavar o carro à mão.<br />
Limpar a casa.<br />
Dar uma caminhada na hora do almoço.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Técnicas de relaxamento</strong><br />
O Ioga por exemplo, é uma forma de exercício, mas também pode ser uma forma de meditação. Existem muitos tipos de ioga. Os que se concentram em movimentos lentos, alongamentos e respiração profunda são os melhores para diminuir a ansiedade e o stress.<br />
A meditação existe há mais de 5.000 anos por algum motivo. Muitas são as pessoas que têm relatado os benefícios da meditação para o seu dia a dia. Pode reduzir o stress, a ansiedade e a dor crónica, bem como melhorar o sono, os níveis de energia e o humor.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Dieta Equilibrada </strong></p>
<p>Uma dieta pobre pode trazer maior reatividade ao stress. Quando cedemos àquele apetite emocional geralmente vamos ao encontro de alimentos ricos em gordura e/ou açúcar que normalmente proporcionam uma sensação temporária de alívio, mas que podem aumentar o stress de longo prazo.</p>
<p>Os hidratos de carbono processados, como bolachas, biscoitos e batatas fritas, podem causar um aumento de açúcar no sangue. Quando o açúcar no sangue depois cai, podemos vir a sentir mais stress e ansiedade.</p>
<p>Ter uma dieta equilibrada e saudável pode ajudar-nos muito a combater o stress a longo prazo.</p>
<p><strong>Suplementos como os óleos de cânhamo são igualmente conhecidos por ajudar a gerir os níveis de ansiedade e stress. Podes ver alguns <a href="http://thecbdmarket.eu/">exemplos aqui</a>.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Gerir o tempo</strong></p>
<p>Se nós o permitirmos, os nossos dias podem consumir-nos. Ter a sensação que andamos sempre atrasados ou em falta em relação a algo ou alguém é normal para quem tem ansiedade. Por vezes, esta sensação é falsa, e resulta de um mau planeamento do tempo ou das atividades.</p>
<p>Quando não temos bem a noção do que temos para fazer, é fácil confundir também a sua duração e sentirmo-nos inseguros na nossa capacidade de as conseguir levar a cabo. Há que saber criar prioridades e organizar as coisas no tempo, de acordo com a sua importância para cada um de nós.</p>
<p>É fácil adiar coisas ou tarefas quando nos sentimos deprimidos e com falta de vontade de produzir, mas invariavelmente este adiamento causa ainda mais stress, pois muitas vezes sentimos que falhámos.</p>
<p>Não temos que conseguir fazer ou ser tudo, como às vezes a nossa cabeça nos diz. O dia tem uma duração limitada, mas quanto melhor conseguirmos vislumbrar  o que queremos priorizar ou fazer, mais fácil e mais motivadora vai ser a jornada.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Delimita o teu espaço físico e emocional</strong><br />
Tenta identificar à tua volta o que normalmente te causa stress ou ansiedade. Podem ser pessoas, atitudes, espaços, etc.</p>
<p>Quando reconhecemos os fatores que potencialmente nos podem causar desconforto, só depende de nós criar barreiras, limites ou fronteiras para reduzir a nossa exposição aos mesmos.</p>
<p>Estes limites serão um conjunto interno de regras que estabelecemos para nós mesmos. Irá ficar claro os quais comportamentos que aceitaremos ou não, quanto tempo e espaço precisamos dos outros e quais prioridades temos.</p>
<p>Limites saudáveis ​​são essenciais para uma vida com menos stress. Quando temos limites saudáveis, respeitamo-nos a nós mesmos e cuidamos de nosso bem-estar. Experimenta!</p>
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		<title>Como sobreviver ao Teletrabalho com filhos em casa</title>
		<link>https://www.manda-te.com/como-sobreviver-ao-teletrabalho-com-filhos-em-casa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[manda-te]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Apr 2020 12:15:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Motivação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Como se ajustar ao teletrabalho com filhos em casa? A pandemia do COVID-19 está a mudar a forma como as pessoas trabalham. Os trabalhadores que são pais estão a tentar conciliar a vida profissional e familiar no meio a uma [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2>Como se ajustar ao teletrabalho com filhos em casa? A pandemia do COVID-19 está a mudar a forma como as pessoas trabalham. Os trabalhadores que são pais estão a tentar conciliar a vida profissional e familiar no meio a uma pandemia e sem aviso prévio.</h2>
<p>As empresas, por sua vez, estão a procurar e implementar soluções que permitem aos funcionários gerir o seu trabalho remotamente, muitas vezes a tomar conta dos seus filhos.</p>
<p>Com o encerramento das escolas, infantários e creches o desafio de adaptar o trabalho em casa é ainda maior. Trabalhar remotamente, por si só, é já uma grande mudança para um trabalhador. Se a isto, acresce a presença dos filhos em casa durante todo o dia, ainda mais complicada a situação se pode tornar.</p>
<p>Tendo em conta a opinião de diversos especialistas, tentamos agrupar alguns conselhos para quem está nesta situação em período de quarentena:</p>
<p><strong>1. Criar um espaço de escritório prático e separado</strong><br />
O espaço de trabalho é extremamente importante. Estar confortável é fundamental, e também separa fisicamente o trabalho e a vida familiar. No entanto, é difícil separar-se completamente quando se vive numa casa pequena que é também é ocupada por outros membros da família.</p>
<p>Em casas pequenas este espaço de trabalho pode ser situado num canto do apartamento. Este espaço pode ser alvo de negociação, com os outros membros da família.</p>
<p>Não é aconselhável trabalhar no sofá, por exemplo. Em vez disso, trabalha em algum tipo de mesa separada. Isto vai reduzir o stress na vida doméstica, incluindo nos filhos.</p>
<p><strong>2. Ser flexível  nas horas trabalhadas</strong><br />
Os pais, já antes desta quarentena, tinham formas criativas de realizar o seu trabalho em casa. Por exemplo existem casais em que a esposa trabalha por cerca de quatro horas, enquanto o marido toma conta dos filhos. Depois trocam.</p>
<p>Os especialistas acreditam que estes tipos de acordos ajudam os funcionários a viver melhor as suas vidas, aumentando a confiança nas empresas. Talvez em quatro horas e num estado de concentração mais elevado conseguem-se atingir resultados melhores do que em mais horas na empresa. Em muitos casos, este período pode ser uma alavanca para que num futuro próximo, os trabalhadores possam trazer algum do trabalho para casa, significando uma flexibilização do seu tempo, e uma possível melhoria da conciliação da vida profissional e familiar.</p>
<p><strong>3. Criar uma rotina doméstica estruturada e saudável</strong><br />
Quando trabalhamos em casa, é tentador andar de pijama o dia todo, não tomar o duche e estar constantemente a ir buscar um &#8216;snackzinho&#8217;. No entanto, os especialistas dizem que cair nesses hábitos, vai pesar mentalmente.. e logo a curto prazo.</p>
<p>O ato de tomar banho e vestir-se é bastante importante para criar uma mentalidade mais virada para a produtividade. Posso dar o meu exemplo, &#8211; se recebo uma chamada telefónica e estou de pijama parece que tenho vergonha de atender.</p>
<p>Não esquecer de criar horários para as refeições e de ter a garrafa de água ao lado para manter a hidratação.</p>
<p><strong>4. Definir expectativas claras de comunicação</strong><br />
Estar em teletrabalho não pode significar estar disponível o dia todo. As aplicações que servem para comunicar com os nossos colegas, como o Skype, Zoom, ou Slack, como são tão fáceis de usar e instantâneas, podem igualmente trazer uma sensação de falha no que toca a corresponder às expectativas de quem as usa.</p>
<p>Convém definirmos tempos de resposta, assim como os horários próprios para essas comunicações serem efetuadas, para que todos os envolvidos saibam o que esperar. Os pais de certeza que querem levar a cabo o seu trabalho sem ser interrompidos pelos filhos (quando possível), mas também querem ter o tempo para os filhos sem serem interrompidos pelo trabalho.</p>
<p><strong>5. Ser flexível e não levar tudo a peito</strong><br />
Este tempo que vivemos é território desconhecido. Alguns dias são bons, outros menos bons, e há uma quantidade muito maior de situações a acontecer às quais nos temos de adaptar.</p>
<p>É assim, tempo de ser mais flexível, perdoar situações menos boas que aconteçam. Não se pode esperar que as coisas corram exatamente como esperamos ou planeamos. Esta quarentena é uma situação nova para todos e pode ser importante  em algumas situações baixarmos as nossas expectativas e esperarmos por um dia melhor amanhã.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.manda-te.com/como-sobreviver-ao-teletrabalho-com-filhos-em-casa/">Como sobreviver ao Teletrabalho com filhos em casa</a> aparece primeiro em <a href="https://www.manda-te.com">Manda-te</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Não fiques onde não és valorizado &#124; O CONTO DO VELHO RELÓGIO</title>
		<link>https://www.manda-te.com/nao-fiques-onde-nao-es-valorizado-o-conto-do-velho-relogio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[manda-te]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Jan 2020 12:01:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Motivação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um Pai antes de morrer disse ao seu filho: – Este é um relógio que o teu avô me deu. Tem mais de 200 anos. Mas antes de te o entregar, peço-te que vás à relojoeiro do centro, diz-lhes que queres [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um Pai antes de morrer disse ao seu filho:</p>
<p><em>– Este é um relógio que o teu avô me deu. Tem mais de 200 anos. Mas antes de te o entregar, peço-te que vás à relojoeiro do centro, diz-lhes que queres vendê-lo, para veres quanto ele vale.</em></p>
<p>O filho foi e quando voltou e disse ao pai:</p>
<p><em>– O dono da relojoaria paga-me 5 euros porque diz que ele é velho.</em></p>
<p>O Pai respondeu:</p>
<p><em>– Vai ao café e pergunta ao dono quanto é que te dá por ele.</em></p>
<p>Mais uma vez o filho foi e quando voltou disse:</p>
<p><em>– Pai, também me pagam 5 euros.</em></p>
<p><em>– Muito bem. Peço-te, por último, que vás ao museu e mostres o relógio ao diretor.</em></p>
<p>Ele saiu e algum tempo depois voltou. Disse então ao pai:</p>
<p><em>– Não vai acreditar. O diretor disse-me que este relógio vale 250 mil euros!!!</em></p>
<p>Então, o Pai disse-lhe:</p>
<p><em>– Queria que percebesses que no lugar certo avaliarão o teu valor da forma correta. Não escolhas o lugar errado. E se o fizeres, não te revoltes se não te valorizam.</em></p>
<p><em>Quem conhece o teu valor irá apreciar-te. Saberás então que esse é o lugar certo para ti.</em></p>
<p><strong>Quantas vezes te sentiste desmotivado num local de trabalho simplesmente pelo ambiente que te rodeia?</strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>2 formas simples para ser mais respeitado</title>
		<link>https://www.manda-te.com/2-formas-simples-para-ser-mais-respeitado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[manda-te]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Nov 2019 12:18:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Liderança]]></category>
		<category><![CDATA[Motivação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pensamento – Discurso – Comportamento. Achas-te uma pessoa congruente? Será que na maior parte das vezes dizes aquilo que pensas quando és questionado sobre algo? E em relação às tuas ações? Os teus actos normalmente acompanham aquele que é o teu [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2><strong>Pensamento – Discurso – Comportamento. </strong>Achas-te uma pessoa congruente?</h2>
<p>Será que na maior parte das vezes dizes aquilo que pensas quando és questionado sobre algo?</p>
<p>E em relação às tuas ações? Os teus actos normalmente acompanham aquele que é o teu discurso, ou seja, cumpres ou fazes aquilo que dizes?</p>
<p>Se pensarmos bem, as pessoas mais felizes e mais bem sucedidas são (geralmente) congruentes. E passo a explicar. São congruentes na forma como pensam, falam e agem. Ou seja, o discurso está alinhado com aquilo que pensam, e as ações estão alinhadas com o seu discurso.</p>
<p>Quem tem a capacidade de dizer aquilo que realmente pensa, tem mais probabilidade de se sentir bem consigo mesmo, porque não está a ir contra as suas estruturas mentais ou emocionais. Eu gosto de pensar nestes dois elementos, o pensar e o falar, como fazendo parte de uma dimensão individual, pois nós somos os únicos que sabemos aquilo que pensamos, ninguém mais sabe, e somos os únicos que podemos confirmar se efetivamente o nosso discurso, condiz com o nosso pensamento.</p>
<p>Agora quando passamos para ação, para os atos, a história já é diferente. Já saímos da dimensão individual, pois vamos receber o feedback daqueles que nos rodeiam, certo?</p>
<p>Quando os nossos atos não estão alinhados com aquele que é o nosso discurso, e se o fazemos repetidamente, estamos a dizer às pessoas à nossa volta que não somos congruentes e que somos alguém em quem não se pode contar.</p>
<p>Assim sendo, em forma de conclusão, vamos tentar o máximo por pautar o nosso comportamento por esta congruência, ou seja:</p>
<p>Diz aquilo que pensas, e faz aquilo que dizes.</p>
<p>É uma forma simples de nos sentirmos mais inteiros para nós e para os outros.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.manda-te.com/2-formas-simples-para-ser-mais-respeitado/">2 formas simples para ser mais respeitado</a> aparece primeiro em <a href="https://www.manda-te.com">Manda-te</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Tudo o que precisa para mudar de vida: medo de se arrepender de o não fazer</title>
		<link>https://www.manda-te.com/tudo-precisa-mudar-vida-medo-arrepender-nao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[manda-te]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 May 2017 21:58:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Motivação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Já alguma vez sentiu que aquilo que estava a fazer não o preenchia verdadeiramente? Já passou pela experiência de olhar para o futuro e aquilo que vê não é o que realmente quer? Já acordou sem vontade de trabalhar, sentindo-se [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.manda-te.com/tudo-precisa-mudar-vida-medo-arrepender-nao/">Tudo o que precisa para mudar de vida: medo de se arrepender de o não fazer</a> aparece primeiro em <a href="https://www.manda-te.com">Manda-te</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<header class="entry-header">
<h2 class="entry-title">Já alguma vez sentiu que aquilo que estava a fazer não o preenchia verdadeiramente? Já passou pela experiência de olhar para o futuro e aquilo que vê não é o que realmente quer? Já acordou sem vontade de trabalhar, sentindo-se angustiado ainda antes de sair da cama?</h2>
</header>
<div class="entry-content">
<p>&nbsp;</p>
<p>Eu já! E por isso decidi mudar de vida.</p>
<p>Por um conjunto de razões que hoje não cabem aqui, tirei o curso de fisioterapia. Convém dizer que foi a minha primeira escolha. Gostei do curso e tive uma performance académica bastante boa. Aliás, fui o melhor aluno da minha turma e recebi até um prémio que, curiosamente, acabei por nunca reclamar.</p>
<p>Comecei a trabalhar como fisioterapeuta aos 20 anos. Era muito novo. Dois fenómenos ajudaram a esse facto. O primeiro, é que como tinha iniciado a então escola primária com 5 anos e não 6, estive sempre um ano adiantado. O segundo, é que na altura era-se Fisioterapeuta, apto a trabalhar, ao fim de 3 anos de curso. O 4º ano fi-lo já a trabalhar, em regime pós-laboral.</p>
<p>Pois bem, lembro-me que um dia, no final da jornada de trabalho parei, reflecti no dia que terminava, nos anteriores, nos futuros, e senti angústia. A realidade revelou-se-me de forma clara e dura: não queria fazer aquilo o resto da minha vida. Aliás, não estava seguro que o quisesse fazer muito mais tempo! Penso que isto sucedeu pouco depois do primeiro mês de trabalho… Convém também referir que para 20 anos e recém-formado, o vencimento que auferia era bastante simpático, sobretudo quando visto à distância dos anos.</p>
<p>As semanas passaram e tive que mudar de emprego porque onde estava não era compatível com o 4º ano do curso, que estava prestes a iniciar. O 2º local onde trabalhei foi a machadada final. Detestei realmente trabalhar lá. E aí, por vezes, acordava sem vontade de trabalhar, frustradíssimo. Apesar disso, nunca faltei. E não duvido que fiz um trabalho sério e profissional. Mas, sem prazer.</p>
<p>O mundo é dinâmico – felizmente – e isso abriu-me a possibilidade de mudar de novo de emprego. Desta feita, trabalhava num gabinete de fisioterapia de referência da cidade do Porto e isso aplacou um pouco o meu desejo de mudança de vida. Aplacou mas não o eliminou. Definitivamente, apesar de gostar muito da fisioterapia – ainda hoje gosto – ser Fisioterapeuta “clínico” não era o meu caminho.</p>
<p>E quanto mais o tempo passava, mais isso ficava claro. Fui dando ouvidos à minha voz interna e ficou claro que o que me apaixonava e punha a sonhar era o mundo dos negócios. Apercebi-me, inclusivamente, que era algo que já me acompanhava desde adolescente mas ao qual nunca tinha dado ouvidos de forma estruturada. Todavia, com 21, talvez 22 anos, não sentia que fosse o momento certo para montar um negócio. Pensava que ainda não sabia o suficiente para dar esse passo.</p>
<p>Foi então que decidi fazer um MBA. Decidi, candidatei-me e entrei. E assim, <em>mudei de vida</em>. Despedi-me do local onde trabalhava e entrei na então Escola de gestão do Porto, hoje Porto Business School. Creio que a primeira aula foi a 28 de Julho de 2003. Tinha 22 anos. Era muito novo (demasiado, porventura) e, tanto quanto sei, o primeiro Fisioterapeuta a fazer um MBA em full-time.</p>
<p>O MBA entretanto foi-se aproximando-se do fim e não fazia a mínima ideia do que fazer a seguir. Estava a adorar aprender gestão e ter aquele contacto com empresas e pessoas ligados ao mundo dos negócios e, portanto, queria continuar a aprender. Mas, será que iria conseguir trabalhar em alguma empresa? Para todos os efeitos, era <em>apenas </em>um mero Fisioterapeuta com um MBA, 23 anos e sem experiência em gestão.</p>
<p>Mas então, a <em>minha vida mudou de novo</em>! Tinha entrado num processo de recrutamento para a Optimus e acabei por ser seleccionado. E assim, no dia 2 de Agosto de 2004 (já lá vão 11 anos!), a minha vida girava mais uns graus.</p>
<p>É muito justo reconhecer a abertura de espírito das pessoas que estiveram envolvidas nesse processo de recrutamento, uma vez que contratar um perfil tão diferente do óbvio envolve sempre mais riscos. Essas pessoas foram o Hugo Macedo, colega de MBA que apontou a existência do processo de recrutamento e que depois foi o meu primeiro chefe, o Miguel Tolentino, então nos Recursos Humanos, o Renato Ribeiro, que foi meu chefe directo quase todo o tempo que lá estive – alguém que me ensinou muito, talvez mais do que ele possa suspeitar, e o Manuel Ramalho Eanes, então director da unidade de negócios onde fui trabalhar, alguém com uma inteligência superior e um líder com grande autoridade.</p>
<p>Tive dois anos de uma aprendizagem incrível e de genuíno prazer no trabalho desenvolvido. Foi uma escola muito importante para mim. Uma escola com coisas boas e coisas más mas, indiscutivelmente, marcante. Entretanto, sentia renascer em mim o desejo de lançar a minha própria empresa. Mais do que uma coisa racionalizada, era um ímpeto visceral. Não queria passar a minha carreira inserido num sistema que não tinha qualquer possibilidade de influenciar a um nível realmente impactante. A certa altura comuniquei o meu desejo de sair da Optimus, concretizando-se a saída em Dezembro de 2006.</p>
<p><em>Mudei novamente de vida</em>: despedi-me, deixando um emprego “seguro” e saltando para uma situação sem qualquer remuneração garantida. Sabia que o risco era elevado. Mas sabia também que, em bom rigor, talvez nunca fosse tão baixo. Tinha 25 anos e toda uma vida pela frente. E havia algo não me deixou vacilar: tinha jurado para mim mesmo que não voltaria estar em nenhum lugar onde durante demasiados dias seguidos sentisse falta de energia ao acordar…</p>
<p>Mudei de vida nesse Dezembro. Sou empresário desde essa altura. É tudo fácil? Nada disso! Arrependo-me? Nem por um segundo me arrependi, mesmo nos momentos mais difíceis que já vivi. É que há outra coisa que naquele dia 28 de Julho de 2003 disse para mim próprio no fim da primeira aula daquele terrível período de homogeneização do MBA (umas semanas de aulas intensivas para quem não tem um background de gestão/ economia ou, pelo menos, um claro background quantitativo), uma aulas em que fiquei bastante apreensivo – para ser eufemístico – com a minha capacidade de chegar ao fim do MBA. E o que disse, e que ainda hoje repito para mim próprio em algumas circunstâncias foi “prefiro o risco de não atingir o que me proponho, do que o risco de arrependimento por não ter tentado”.</p>
<p>Artigo por Hugo Belchior, disponível em <a href="http://empreendedores.pt" target="_blank" rel="noopener">empreendedores.pt</a></p>
</div>
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		<title>TOP 10 das coisas que mais motivam as pessoas no trabalho</title>
		<link>https://www.manda-te.com/10-coisas-motivam-pessoas-trabalho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[manda-te]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Apr 2017 11:09:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Motivação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Onde está a motivação? Quais são as coisas que os profissionais realmente valorizam e que fazem a diferença na sua motivação no trabalho? Como podem as empresas manter os seus colaboradores estimulados, comprometidos e felizes? &#160; No espectro da motivação [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2>Onde está a motivação? Quais são as coisas que os profissionais realmente valorizam e que fazem a diferença na sua motivação no trabalho? Como podem as empresas manter os seus colaboradores estimulados, comprometidos e felizes?</h2>
<p>&nbsp;</p>
<p>No espectro da motivação encontramos dois pontos fundamentais:</p>
<p>&#8211; A segurança profissional, na qual o colaborador encontra um emprego estável e relações humanas saudáveis;</p>
<p>&#8211; E a possibilidade de crescimento e desenvolvimento pessoal e profissional, que lhe permite evoluir na carreira e como pessoa.</p>
<p>Nesta óptica, podemos considerar que uma empresa capaz de motivar os seus colaboradores é aquela que consegue juntar com sucesso o “útil ao agradável” e dar aos seus colaboradores a estabilidade e oportunidades de desenvolvimento.</p>
<p>Veja então o TOP 10 das coisas que mais motivam as pessoas no trabalho:</p>
<p>1- <strong>Desafios e responsabilidade</strong> – Os colaboradores encaram os desafios profissionais como votos de confiança e reconhecimento das suas capacidades, ao mesmo tempo, as responsabilidades adstritas aos mesmos fazem-nos sentir que são uma parte integrante e importante da organização, sendo desta, uma formula de sucesso na sua motivação.</p>
<p>2- <strong>Flexibilidade</strong> – Desde autonomia para tomar decisões relativamente ao próprio trabalho, passando por horários de trabalho flexíveis que permitam um melhor equilibro vida profissional/pessoal e até a possibilidade de ter dias para trabalhar a partir de casa, são alguns exemplos que fazem a diferença para muito profissionais</p>
<p>3- <strong>Ambiente de trabalho estável</strong> – Equipas sólidas e coesas e segurança do posto de trabalho são o reflexo da estabilidade da empresa enquanto empregador. Este é ainda um dos factores mais importantes na motivação dos colaboradores, pois perspectiva-se a manutenção do posto de trabalho e estabilidade profissional que dela advém.</p>
<p>4- <strong>Dinheiro/remuneração</strong> – A remuneração continua a ser um dos factores mais motivantes. Não tem tanto a ver com as ambições financeiras dos colaboradores, mas sim com o facto de ser uma forma imediata de reconhecimento: a quantificação do valor acrescentado que o colaborador aporta à organização através da sua função, experiência, conhecimentos e potencial. Desta forma, a retribuição deve ser ajustada não só à função desempenhada, mas também deve contemplar todas as outras variáveis que tornam uma determinada pessoa, a ideal para o lugar que ocupa.</p>
<p>5- <strong>Desenvolvimento pessoal</strong> – Ter oportunidade de aprender com os seus pares, ter acesso a formação e idealmente um mentor. São elementos claros de que a organização se importa com o desenvolvimentos e crescimento dos seus colaboradores, fazendo com que este tipo de empresas sejam altamente atractivas</p>
<p>6- <strong>Reconhecimento</strong> – Pode manifestar-se de muitas formas (algumas nesta lista), mas ainda assim, uma palavra de apreço no momento certo faz toda a diferença na motivação dos colaboradores. Não se iniba de congratular os seus colaboradores por trabalho bem feito, conquistas e metas alcançadas.</p>
<p>7- <strong>Chefe e colegas que dão apoio</strong> – O sentimento de pertença a uma equipa de trabalho que se entreajuda é dos mais importantes para qualquer colaborador. Saber que tem colegas disponíveis para ajudar em momentos de maior volume de trabalho e que podem recorrer tanto a colegas como à chefia para conselhos e orientação dão estabilidade emocional, aumentam a auto-confiança e criam bases sólidas para todo o grupo de trabalho.</p>
<p>8 &#8211;<strong>Tarefas motivadoras</strong> – Ou tarefas relevantes. Essencialmente, garantir que os seus colaboradores têm tarefas pouco rotineiras, que acrescentem valor, que eles gostem de desempenhar e que sejam importantes para alcançar um determinado objectivo. Sentir que podem dar um contributo precioso para a organização continua a ser um factor muito importante para a motivação.</p>
<p>9- <strong>Cultura da empresa</strong> – Uma cultura “aberta”, disponível para ouvir sugestões, onde os erros são admissíveis e onde o colaborador sinta que os seus valores estão alinhados com os da empresa, são apenas alguns dos factores que contribuem para o bem estar das pessoas no seio das organizações e onde os colaboradores com mais potencial gostam de trabalhar.</p>
<p>10- <strong>Localização</strong> – A empresa ser perto de casa, facilidade de acessos, estacionamento ou ter uma rede de transportes públicos “à porta”. São apenas alguns exemplos importantes relacionados com a localização do emprego. Quanto mais fácil e/ou rápido for para chegar ao emprego, maior é a qualidade de vida do colaborador, e também menos despesa tem para as deslocações. É um factor duplamente favorável: mais tempo para a sua vida pessoal e família e menos despesa representa um <em>income</em> maior.</p>
<p>Provavelmente não será possível a todas as empresas responderem a todos estes factores, no entanto, quantos mais conseguir garantir, mais hipóteses tem de motivar os seus colaboradores!</p>
<p>Que outras coisas considera importantes para a motivação dos seus colaboradores?</p>
<p>Texto por: <a href="https://www.linkedin.com/in/elsasoaresrh/" target="_blank" rel="noopener">Elsa Soares</a></p>
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		<title>O tormento de viver com ansiedade</title>
		<link>https://www.manda-te.com/tormento-viver-ansiedade-sintoma-depressao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[manda-te]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Jan 2016 12:46:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Motivação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A ansiedade continua a ser, além de ignorada, incompreendida. Assim como a depressão. Quando vives com ansiedade desde a adolescência, as insónias e os ataques de pânico fazem parte da lista dos teus melhores amigos. No entanto, os teus amigos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2>A ansiedade continua a ser, além de ignorada, incompreendida. Assim como a depressão.</h2>
<p>Quando vives com ansiedade desde a adolescência, as insónias e os ataques de pânico fazem parte da lista dos teus melhores amigos. No entanto, os teus amigos e a tua família não percebem muito bem o que é que isso significa. E é normal, porque ninguém fala no assunto.</p>
<p>Sofrer de ansiedade não é ser-se nervosinho, não se soluciona como o “tens de começar a respirar fundo”. A ansiedade vem e nós não percebemos muito bem porquê, nem quando veio afinal. Se foi com a puberdade, se foi com o day dreaming constante, quando é que comecei a pensar tanto em tudo? Será que foi quando era pequenina e fazia perguntas esquisitas sobre a vida aos mais velhos?</p>
<p>Porque é que sempre me aterrorizou o tempo? Porque é que quero viver desde sempre com tanta intensidade, tudo, todos os momentos, o agora, o agora, o agora? Devia estar a fazer coisas bonitas pelo mundo, devia estar a criar coisas decentes, mas isto serve para alguma coisa? Eu sirvo para alguma coisa? Quero ler estes livros, quero ver estes concertos, oh meu Deus estou quase a fazer anos e ainda nem dei a volta ao mundo. Esta sala é um bocado pequena, porque é que os autocarros são tão apertados? Os elevadores deviam ter janelas. Mas eu ganhei vertigens, ainda bem que não têm janelas. Tenho que subir aquele terraço. Vou desafiar os meus medos. Por favor tirem-me daqui. Ups o empregado viu que deixei cair esta cruzeta. Sou tão trapalhona. Peço desculpa. Onde é que eu tinha a cabeça? Acho mesmo que não vou conseguir acabar isto a tempo. O que é que me deu na cabeça? Ai já é daqui a dois anos que vou ter de apresentar a tese para uma audiência, mas eu até gosto de falar em público, mas não te lembras dos nervos que isso te dá? Não acredito que vou ter de ver pessoas hoje, mas tu adoras pessoas, menos quando não adoro, vou ter mesmo de ver pessoas? O professor fez uma pergunta, acho que sei a resposta. Nop, não vou falar com esta gente toda a ouvir a minha pergunta. Faço no fim da aula. Ok, vou ter mesmo que dar a minha opinião. Estou vermelha, estou vermelha. Onde andam os meus que eu tanto adoro? Tenho saudades das minhas pessoas. Estou sozinha no mundo, ninguém percebe o que é que eu sinto. Vou tentar explicar, oh não vale a pena. Quando é que arranjamos tempo para estarmos juntos? E se eu morrer amanhã e não tiver dito a todos o quanto gosto deles? E se eu morresse amanhã, alguém ia ao meu funeral? Dói-me tanto a cabeça. Outra enxaqueca não, por favor.</p>
<p>Será que isto está bem escrito? Deixa-me ler outra vez. Não posso mostrar isto a ninguém. Isto está mesmo mau. Será que não está assim tão mau? Será que o chefe gostou? Vou dar-lhe um retoque. Têm mesmo que me ligar? Podiam mandar só mensagem. Têm de falar comigo? O que é que eu fiz? Será que fiz mal a alguém sem querer? Terei feito alguma coisa grave? E será que a minha mãe e o meu pai sabem o quanto os amo? Que dor no estômago. Mãe amo-te muito, pai amo-te muito. Mana tenham cuidado na estrada. Tens que te alimentar melhor. Não devia fazer mais desporto? Devia estar a fazer alguma coisa mais útil. Adoro não fazer nada, tenho tantas coisas para fazer. Esta semana passou tão rápido.&#8221;</p>
<p>A ajuda de um médico continua a ser assustadora, “foste mesmo a um psiquiatra?” “Andas num psicólogo?” “Tomas medicação??!!” A ajuda é importante, sempre. E o primeiro passo para aprendermos a viver é sabermos quando é que precisamos de pedir socorro. A ansiedade dá-me muitos tormentos, mas tem-me feito viver muito. Tenho 23 anos e já vivi tanto, às vezes quase tenho vontade de lhe agradecer. Mas outras vezes é incontrolável, mais vezes do que é suposto ser.</p>
<p>Quem sou eu para vos pedir alguma coisa(?), mas tenho que o fazer: comecem a dar mais atenção aos vossos amigos e família que sofrem com a ansiedade. Ouçam-nos com atenção. Respirar fundo não resulta, as vossas pessoas precisam falar. Precisam de sentir que estão a viver. A ansiedade pode ser bem canalizada, não torna ninguém menos ou mais capaz. Mas é preciso que se aprenda a viver com ela, que não se torne uma auto destruição.</p>
<p>Com a depressão, ainda pior. Uma pessoa com depressão não é um triste que para aí se arrasta, é alguém que se sente abafado por ele próprio, é alguém que se sente triste sem qualquer explicação. E mesmo assim consegue rir, consegue fazer rir. Mas sente-se um túnel escuro e é um tormento.<br />
E todos os tormentos são menos pesados quando os que nos são, nos dão a mão.</p>
<p>Texto por Balolas Carvalho</p>
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		<title>8 Dicas para facilitar o regresso ao trabalho depois das férias</title>
		<link>https://www.manda-te.com/8-dicas-para-facilitar-o-regresso-ao-trabalho-depois-das-ferias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[manda-te]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Oct 2015 10:02:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Motivação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Enquanto que para uns o final das férias significa voltar ao trabalho com as “baterias carregadas”, para outros, nesta altura, surge alguma ansiedade, pois deixam para trás um período descontraído, sem a rigidez de horários ou prazos, no qual o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2 class="left">Enquanto que para uns o final das férias significa voltar ao trabalho com as “baterias carregadas”, para outros, nesta altura, surge alguma ansiedade, pois deixam para trás um período descontraído, sem a rigidez de horários ou prazos, no qual o tempo é “gasto” a bel-prazer, regressando à rotina do trabalho.</h2>
<p class="left">
<p class="left">Esta ansiedade pode transformar-se em angústia e ter contornos mais difíceis de gerir para aqueles que estão insatisfeitos com o seu actual emprego – a chamada “depressão pós férias”.</p>
<p>No entanto, existem algumas “dicas” para facilitar a transição de um período de calma e prazer para o regresso ao trabalho:</p>
<p>1. Se começar a sentir muita ansiedade por ter de regressar ao trabalho, reflicta sobre o que gostaria de mudar: gostaria de ter um novo projecto, trabalhar numa área diferente, o que falta no seu trabalho para se sentir plenamente feliz nele…</p>
<p>2. Evite regressar de férias no dia anterior a retomar o trabalho. O ideal será dois ou três dias antes, assim terá tempo para se adaptar aos horários e rotinas. Comece a deitar-se e levantar-se mais cedo, organize a casa e realize algumas tarefas que permitam uma transição mais suave.</p>
<p>3. Celebre o fim das férias com amigos ou familiares. Faça um jantar e partilhe com eles as aventuras que viveu nas suas férias.</p>
<p>4. Planeie o seu primeiro dia de trabalho de forma a realizar algo importante ou que lhe dê alegria. A transição será muito mais fácil se no primeiro dia se sentir útil e feliz.</p>
<p>5. No primeiro dia prepare-se com antecedência. Levante-se um pouco mais cedo, tenha pensamentos positivos, coma algo que goste muito ao pequeno-almoço e concentre-se nas coisas boas que o seu trabalho lhe proporciona.</p>
<p>6. Programe uma “escapadela” de fim-de-semana para algumas semanas depois de regressar ao trabalho.</p>
<p>7. Tente incluir actividades de que goste e que o entusiasmem na sua agenda semanal. Não importa qual seja a actividade, o importante é que lhe desperte emoções positivas.</p>
<p>8. Aproveite a energia das férias e deixe a sua criatividade florescer: tente levar uma ideia nova para o seu trabalho, algo que possa ter um contributo positivo para si e para a empresa.</p>
<p>Bom regresso ao trabalho!</p>
<p>Texto de <a href="https://www.linkedin.com/profile/view?id=AAkAAAYQwiwBn6wNKkvi0e8812rxHqIeBdzkRys&amp;authType=NAME_SEARCH&amp;authToken=RyVI&amp;locale=en_US&amp;trk=tyah&amp;trkInfo=clickedVertical%3Amynetwork%2CclickedEntityId%3A101761580%2CauthType%3ANAME_SEARCH%2Cidx%3A1-2-2%2CtarId%3A1444641224346%2Ctas%3Aelsa" target="_blank" rel="noopener">Elsa Soares</a></p>
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		<item>
		<title>Viciado no telemóvel? 4 truques que te podem ajudar</title>
		<link>https://www.manda-te.com/viciado-no-telemovel-4-truques-que-te-podem-ajudar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[manda-te]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Sep 2015 11:58:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Motivação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Já tentaste medir o tempo que passas por dia a olhar para o telemóvel? Será que o tempo passado é-te realmente útil? Há formas de conseguir reduzir o tempo que gastamos com o telemóvel. Não é novidade para ninguém que nos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2>Já tentaste medir o tempo que passas por dia a olhar para o telemóvel? Será que o tempo passado é-te realmente útil? Há formas de conseguir reduzir o tempo que gastamos com o telemóvel.</h2>
<p>Não é novidade para ninguém que nos dias de hoje as pessoas estão a ficar cada vez mais viciadas nos seus smartphones. Não é também segredo que este vício, está a mudar a forma como nos relacionamos socialmente, já que muitas das vezes acabamos por desvalorizar a presença física de alguém, quando estamos com os olhos colados no telemóvel.</p>
<p>A possibilidade de termos as várias redes sociais disponíveis na palma da nossa mão, faz-nos passar mais tempo ao telemóvel do que gostaríamos. Num recente estudo no Reino Unido, cerca de 60% dos inquiridos acharam que deviam diminuir o tempo passado a usar o smartphone, e que de certa forma, essa quantidade excessiva de tempo gasto os prejudicava.</p>
<p>De facto, diversos estudos levados a cabo por psicólogos, dizem-nos que o uso excessivo dos smartphones e das redes sociais, está a causar uma mudança no paradigma das relações sociais, havendo uma deterioração das nossas capacidades de relacionamento. Há já quem diga que em relação aos mais jovens, que esta é uma geração que não fala, que apenas tecla.</p>
<p>Basicamente, quanto mais usarmos o telemóvel, mais hipóteses temos de ficar viciados e no shot de dopamina que recebemos quando desbloqueamos o ecrã e respondemos a uma notificação. Para além dos efeitos da ansiedade, e das questões de relacionamento interpessoal acima descritos, há também  consequências a nível mais físico, decorrentes de más posturas, como sejam as dores de pescoço, coluna, etc.</p>
<p>Existem algumas formas de conseguirmos minimizar o tempo que passamos ao telemóvel, ou pelo menos tentar minimizar a ansiedade de ter de verificar tantas vezes o que passa no nosso e-mail, redes sociais, etc:</p>
<p><strong>1- Descobre quanto tempo usas o telemóvel por dia.</strong><br />
Existem apps que servem especificamente para este propósito. Para android existe a app chamada ‘Quality time’ e para IOS a app ‘Moment’.</p>
<p>Estas apps contam o tempo em que estás a usar o telemóvel, as vezes que desbloqueias o écran, quais as apps que usas mais tempo, entre outras coisas. Até te dá a hipótese de criares alertas em relação ao tempo usado, assim como criares pausas pré-definidas, de determinadas apps ou do telemóvel no geral.</p>
<p><strong>2- Desliga as notificações automáticas</strong><br />
Uma notificação nunca é só uma notificação. Se pensarmos bem, o simples facto de desbloquearmos o ecrã para atender à notificação em específico, na maior parte das vezes significa que, vamos aproveitar esta boleia para ficar a ver outras coisas no telemóvel.</p>
<p>Por isso, o melhor será escolher nas opções quais as apps que queremos que nos notifiquem quando existe algo de novo, ou mesmo podemos decidir ativar a opção que desliga todas as notificações.</p>
<p>Uma forma de evitar esta situação é igualmente desligar o som do telemóvel durante um certo período de tempo, para que não sintamos a vontade de lhe mexer sempre que vibre ou toque.</p>
<p><strong>3- Define períodos durante o dia em que não usas o telemóvel</strong><br />
Há diversos momentos do nosso dia em que basicamente, ou não precisamos do telemóvel, ou para além de não precisarmos dele, ainda nos pode atrapalhar.</p>
<p>Quando estamos no nosso período de refeições, quando lemos um livro ou vemos um filme e principalmente quando estamos na casa de banho!</p>
<p>Se nos habituarmos a definir estes períodos como sendo ‘sem telemóvel’, será mais fácil evitar a ansiedade de querer verificar o telemóvel, apenas por verificar. Para não dizer que ficaremos mais atentos e disponíveis para as coisas que estamos a fazer, ou para as pessoas com quem estamos.</p>
<p><strong>4-  Não leves o telemóvel para a cama à noite</strong><br />
Ou ainda melhor, deixa-o fora do quarto, quando vais dormir.</p>
<p>Isto vai fazer com que não uses o telemóvel como despertador. O que é ótimo! Como já aqui falamos noutros artigos, o simples facto de usarmos o telemóvel antes de tentar adormecer, contribui exatamente para não dormir bem.</p>
<p>Usar o telemóvel antes de dormir não só torna mais difícil adormecer, como afeta também o quão sonolento e alerta vamos estar no dia seguinte, porque afecta os nossos níveis de melatonina.</p>
<p>Por outro lado, se usarmos o telemóvel como despertador, a primeira coisa que faremos de manhã quando desligarmos o mesmo, é ficar mais uns minutinhos nas outras apps do aparelho. É verdade, não é?</p>
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